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 Every second counts ~ fourth chapter

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MensagemAssunto: Every second counts ~ fourth chapter   Sex Ago 13, 2010 4:14 pm

primeira fanfic aqui +.+
admito que já a posto no meu blog.
mas, decidi meter aqui (:
pioniões sinceras, por favor.


Every Second Counts







Tudo o nasce, morre. Tudo o que sobe, desce. Tudo o que cresce, diminui. Tudo o que vai, volta.
Era, simplesmente, uma corrida contra o relógio.
Demorou anos a construir, e ruiu depressa como um edíficio antigo.
Sabia o que tinha de proteger, sabia as consequências de c ada acto cometido.
Até que chegou aquilo que arruinou todos os planos.
Tu.


Última edição por sára; em Sab Ago 28, 2010 7:07 am, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Sex Ago 13, 2010 4:17 pm

*-* agora ainda fiquei mais curiosa
beijos^^

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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Sex Ago 13, 2010 4:31 pm

Que introduçao :3
Quero mais!
Amei siamesa linda *.*
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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Sab Ago 14, 2010 3:42 am

Adorei!
Quero mais! Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Sab Ago 14, 2010 7:08 am

Wow, gostei mesmo da apresentação Very Happy
Gosto da maneira como escreves (já disse na one-shot, mas é verdade). E a tua escrita, no sentido de pontuação e etc., é muito boa.

Fiquei curiosa ^^

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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Sab Ago 14, 2010 9:18 am

Eh, gostei da introdução~!

Fico à espera do primeiro capítulo! :D

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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Sab Ago 14, 2010 11:20 am

- Let it Begin









Barulho. Era apenas o que se ouvia naquele recinto á prova de som, um barulho capaz de ensurdecer qualquer pessoa.
Quem por ali passasse não imaginaria metade do que se estava lá a passar, se não fossem os grandes cartazes a cores néon piscando, com o nome da discoteca.
"Paradise Garage" era o seu nome. Ri cínicamente, pensando que o nome era o mais deprimente e humilhante que já vira.
Sentia-me ali uma prisioneira, aquele espaço não me deixava mover, era pequeno, e as pessoas tinham tendência a encurralar-me, parecendo de propósito.
Não me sentia bem ali, aquele não era o meu lugar. Não era ali que pertencia. Era escusado tentar ignorar tudo aquilo que continuava a teimar perseguir-me.
Nunca iria ser feliz enquanto negasse tudo o que se passava á minha volta. Teria de enfrentar todos os fantasmas que me afrontavam.
Mas a ideia de o fazer era aterrorizadora, de tal modo que seria bem capaz de colocar o meu coração em bomba-relógio e fazer-me explodir por dentro.
Ninguém notaria a diferença, tal como nestes 18 anos de vida nunca ninguém o havia feito.
Olhei as luzes vívidas, tentando perceber o que raio estava a tentar decifrar. Esta vida não era a que levava.
Porque tinha eu fugido daquele sítio que me havia tornado a pessoa arrogante que era, para me ir infiltrar no meio de frustrados que bebiam para esquecer?
Essa fase da minha vida havia passado em menos de 12 horas, depois de experimentar as consequências que me trazia.
Um dia iria vingar-me, eu sabia-o. Mas não agora. Tudo teria de mudar. Não pelos outros, não pelas aparências, mas sim pela minha felicidade, e para de alguma forma conseguir arranjar maneira de tentar cuidar da minha irmã.
Não me parece que para já o meu nome seja algo necessário, aliás, para quê saberes algo que te poderá comprometer?
Claro que não sou corrupta, mas a minha vida ainda está em jogo, e tenho de proteger algo.
Porque a minha vida, não era aquela que vivia, mas sim a pessoa por quem eu o fazia. Dois anos mais nova que eu, e ainda ingénua.
O pequeno bébé que eu tinha de cuidar. Perdoem-me se pensam que sou parva ao ponto de pensar que ela nunca fez asneiras.
Fez, é claro. Quem nestes dias não o faz? Todos somos pecadores, todos cometemos erros, por vezes erros inconcertáveis.
Mas ela não o fazia por noção. Ela era ainda ingénua, uma adolescente com alma de criança, não sabia as consequências.
Agora era eu quem a tinha de proteger, quem tinha de se certificar que todos os dias ela tinha onde dormir, estava sã e salva, e junto de mim. Eramos só nós, contra todos os que nos enfrentavam.
Bastou um erro para nos condenarem, e basta uma palavra para deixarmos de aparecer no mapa.
Pois bem, deixem a guerra começar.


Última edição por sára; em Sab Ago 14, 2010 11:29 am, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Sab Ago 14, 2010 11:25 am

Adorei! :D
Quero mais :P
Será que o rapazinho era o Tom? xD
beijos^^

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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Sab Ago 14, 2010 11:29 am

peco desculpa, em vez de postar o primeiro postei o segundo xp
ja mudei
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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Sab Ago 14, 2010 11:33 am

Adorei! Estou curiosa! Mais
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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Sab Ago 14, 2010 11:36 am

awwwwww :3
que mesterioso.
quero mais :b
rapidinho <3
amei +.+
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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Sab Ago 14, 2010 11:50 am

Uhh, mistério ^^
Fiquei a desejar mais!

Posta rápido o 2º :D

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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Dom Ago 15, 2010 10:28 am

novo.
aii obrigada pelos coments *-*

- This sucks.








Passos longos. Longos e assustados, eram agora os passos dados nas ruas geladas de Los Angeles.
O lugar onde todos os teus sonhos eram concretizados, dizem eles. Mas quem ainda já viu o "dark place" daquele lugar, sabe que tudo isso do sonho Americano, não passa disso.
Um sonho estúpido que tantas adolescentes caem no erro de seguir. Este não é um lugar para estômagos e corações fracos, este lugar é apenas para quem se consegue aguentar.
Finalmente consegui chegar a uma espécie de quintal. As grades não eram um problema. Despi o casaco comprido preto que trazia, tirei dos bolsos tudo o que precisava e meti nos das calças justas que trazia.
Trepei as grades altas daquele jardim e corri para uma das portas de vidro que estava aberta. Espreitei, como não vi ninguém entrei e corri para o sótão.
Susti a respiração, mas de nada serviu. Um passo em falso e a minha residência tinha sido descoberta.
Michael agarrou nos meus cabelos e puxou-me para fora. Jogou-me violentamente contra a parede, e uma luz se fez acender.
Apercebeu-se de que seria apanhado, deu-me uma bofetada, e saiu, levando consigo o meu telemóvel e o pequeno saco de seda vermelha.
- Não!! - proferi gemendo de dor a seguir.
Sabia que tinha de sair daquele sítio depressa, antes que a pessoa que havia acendido a luz me apanhasse.
Senti algo viscoso escorrer pela minha cara, e pressionei os dentes uns contra os outros. Ouvi ao longe passos, e soube que não poderia adiar mais.
Levantei-me o mais rápido que as minhas condições me permitiram abri a porta a medo.
Não havia lá ninguém, por isso comecei a caminhar para fora daquela casa. Tudo ali parecia um labirinto, para sair dali precisaria de usar a minha perspicácia, que agora estava um pouco em baixo.
Vi a luz do luar e suspirei de vitória alcançada. Segui até á porta envidrada coxeando. Aquele sacana iria pagar.
- Quem és tu?!? - ouvi perguntar.
Oh boa. Era apenas o que me faltava, o dono da casa a passar-se e querer chamar a polícia.
Olhei para trás, e visionei por segundos o mais belo ser. Era lindo. Mas naquele momento nada me poderia perturbar.
- Esquece o que viste. - disse de forma fria, como se de uma ameaça se tratasse.
Foram as últimas palavras que proferi antes de me despachar a sair, e trepar de novo as grades, desta vez a mais custo.
Ele apenas permanecia ali, a olhar-me ir embora, vestindo apenas um par de boxers e umas havaianas. A sua expressão era de confusão, mas como o poderia culpar?
Mas na minha vida agora não existia espaço, tudo era um jogo. Segui o luar, que me levaria até áquele lugar a que chamaria casa.
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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Dom Ago 15, 2010 11:35 am

Adorei! Posta Mais!
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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Dom Ago 15, 2010 11:56 am

Adorei.
Mas também já tinha lido :P
Quero mais
beijos^^

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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Seg Ago 16, 2010 1:00 pm

Adorei!
Estás a conquistar-me com tanto mistério *-*

Mais!

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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Seg Ago 16, 2010 2:02 pm

Quero mais :3
Amo as tuas misteriosidades (L)
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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Seg Ago 16, 2010 2:03 pm

Novo (:
Obrigada pelos comentários.


- damage control



Parecia que estava a caminhar á seculos, o frio trespassava todo o meu corpo, sentia os ossos a gelar dentro de mim.
Finalmente avistei a casa deteriorada, de um suave castanho já "comido" pelos anos que a casa tinha, com a luz ligada, vinda de uma das janelas da habitação.
Retirei a chave do bolso, quase totalmente rasgado, e abri a porta entrando exausta e com umas dores horríveis em todo o corpo.
Vi, vinda da parte de cima, no topo das escadas, a minha pequena irmã a olhar-me assustada, e com a "prenda" que lhe tinha oferecido há umas semanas atrás.
Reparou que era eu, sua irmã, e voltou a colocar a lâmina afiada no pedaço de plástico que a envolvia, colocando o canivete Suiço no seu bolso traseiro.
Correu escadas abaixo, tentando não tropeçar nos buracos que a mesma tinha, vindo ao meu encontro, e saltando para o meu colo.
- Tem calma Anne, eu estou bem.
Rodeei o seu esbelto corpo com os meus braços arranhados, e com uma das minhas mãos afaguei os seus cabelos de forma carinhosa.
Mesmo tendo apenas dois anos a menos que eu, continuava a ser a pequena criança que eu cuidava desde os meus 4 anos, amedrontada e carente.
Sabia perfeitamente que uma irmã nunca poderia tomar o lugar de mãe, mas também tinha noção de que havia sempre feito o meu melhor para cuidar da única coisa que me mantia viva neste momento. Oportunidades de me entregar a eles nunca haviam faltado, mas se o fizesse, o que aconteceria a Anne?
- Tens de comer, anda. - Quebrei o abraço forte que ela me estava a dar, peguei suavemente na sua mão branca e levei-a até á cozinha minúscula. - Vou fazer-te algo rápido, estou um pouco cansada.
Retirei de um dos armários uma panela pequena, e de outro massa. Procurei todos os ingredientes que precisava para fazer massa à bolonhesa. Não tinha cabeça para fazer algo mais complicado, e as dores teimavam a marcar presença, relembrando-me constantemente que estavam ali.
- Eles encontraram-te de novo? - Perguntou em tom baixo, temendo já saber a resposta. - Temos de nos mudar outra vez?
Notava perfeitamente o desespero e a súplica nas palavras que ela proferia. Em tão poucos anos já tinhamos mudado de casa, país, cidade imensas vezes. E nunca eram por boas razões que o fazíamos.
Voltei a cara na sua direcção, tentando demonstrar um pingo de felicidade. Não queria de maneira alguma assustar ainda mais a pequena criança que via nela. Era a minha irmã mais nova.
- Encontraram, mas eu escapei. E vamos ficar aqui, durante uns bons tempos. - Aproximei-me dela e carinhosamente passei a mão pelo seu rosto, encorajando-a.
Ouvi algo a estalar e soube que a comida estava pronta. Retirei tudo da panela, misturei com o molho feito à parte e servi num prato antigo, já "nicado". Entreguei-lhe o mesmo, e ela começou imediatamente a comer. Provavelmente não tinha comido todo o dia.
Dei-lhe um beijo na cabeça e dirigi-me de novo ás escadas, subindo-as já um pouco zonza. Parecia ouvir os risos deles, vendo-me assim, frágil. Estava a ficar paranóica, e tinha razões para tal.
Vislumbrei, embora de forma desfocada, a porta que tinha estampado um pequeno cartão a dizer " WC".
Entrei, tentando não me demorar. Sabia que a qualquer momento todas as minha forças acabariam e eu caíria no chão.
Agarrei-me ao estojo de primeiros socorros, e passei uma das minhas mãos pela nuca. Quando a olhei, reparei na quantidade de sangue que vinha na mesma, e senti-me mal-disposta.
- Anne!! - gritei sem forças, repetidamente para que ela viesse rápido. Ouvi os seus passos acelerados. - Traz uma garrafa de algo que tenha alcool, rápido.
Mal ouviu isto, correu para a cozinha buscando o que lhe havia pedido. Em cinco segundos ela já se encontrava junto a mim, com uma garrafa de vodka puro na mão, quase no fim.
Agarrei na garrafa gelada e olhei-a. Ela tinha um ar assustado, olhando fixamente para a minha mão ensaguentada.
- Sai daqui e mesmo que oiças gritos, não saias do teu quarto! - Proferi autoritáriamente, olhando-a de forma séria. Acatando as minhas ordens, saiu e fechou-se no seu quarto ainda perturbada.
Dei um gole grande e peguei nos utensílios que tinha para poder fazer a pequena "cirurgia" que precisava.
A cada toque da agulha afiada, um gemido de dor saía dos meus lábios. No final do "trabalho", a garrafa estava vazia.
Limpei tudo da casa de banho, usando lixívia para que não existisse nenhum rasto de sangue ou cheiro. Anne era sensível, e eu não queria perturbá-la mais ainda.
Depois de tomar um merecido banho, embora que fosse de água quase gelada, vesti roupas largas e dirigi-me até á varanda da casa, que tinha vista para toda a cidade.
Acendi um cigarro e assim fiquei. No entanto, algo me chamou á atenção.
Sentia um par de olhos pregados em mim, e imediatamente os meus sentidos me levaram a pegar na arma que tinha debaixo do vaso.
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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Seg Ago 16, 2010 2:14 pm

Quem será?! Deixaste-me curiosa! Mais!
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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Seg Ago 16, 2010 2:16 pm

Awww :3
Sou tao sencivel x)
Vais dar um tiro a quem?
Quero mais, rapido.
(L)
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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Ter Ago 17, 2010 5:03 am

Uhh, não era eu que fazia isso a mim própria :S
É preciso coragem!

Mais!

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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Ter Ago 17, 2010 5:57 am

Adorei!
Também tenho uma personagem chamada Anne^^
quero mais *-*
beijos

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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Sex Ago 20, 2010 4:20 am

Ahh, eu lembro-me de ter lido isto no teu blog! [:
Li até ao 5º, mas já não me lembro de mais. ^^.
Posta mais. [:
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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Sab Ago 28, 2010 7:07 am

- goodnight and goodbye


- TOOOOOOOOOOOOOM! – um grito histérico ouviu-se na grande casa dos Kaulitz.

Tom, com a sua paciência infinita e já calculando qual seria a causa do grito ensurdecedor de Bill, dirigiu-se ao corredor do segundo piso da casa encontrando bill de joelhos no chão com as mãos na parede.

- Sabes quanto tempo me levou a pintar estas paredes de novo? AS MINHAS PAREDES! – Berrou de novo.

No entanto, os pensamentos de Tom estavam noutro lugar. Não lhe saía da cabeça a cara da rapariga que lhe tinha invadido a propriedade.

Tinha visto a sua ferida na cabeça, e comprovava-se que a tinha pelo sangue que se encontrava na parede tão importante para o seu gémeo. Como estaria ela agora?

Não a conhecia mas não conseguia evitar estar preocupado com ela. Tinha de conseguir ver se ela estava bem. Nem que fosse apenas um vislumbrar do seu estado.

- Estás a ouvir-me anormal? – Gritou de novo Bill, desta vez aos seus ouvidos.

Já farto de ouvir a sua metade a gritar como se houvesse incêndio, respondeu-lhe de forma calma. Bem, a mais calma que conseguia.

- Fogo Bill, isso arranja-se, não quero saber! Vai dormir! Amanhã tratamos disso, ok? Vou sair, não sei quando volto.

Dito isto, desceu as escadas, sentindo os olhos de Bill cravados nas suas costas. Era seu gémeo, já calculava que quando chegasse lhe fosse fazer um interrogatório.

Pegou nas chaves de casa e saiu, levando, como era de esperar, os seus óculos de Sol. Não podia dar-se ao luxo de ser reconhecido. Não quando a sua preocupação era outra.

Caminhou pelas ruas da cidade á procura de um sinal dela. Sem ele, como poderia encontrá-la?

Olhou para a calçada por um instante e viu a pequena bolsa que ela trazia consigo, agarrada ás duas calças com uma corrente. Pegou nela e abriu-a, tentando encontrar uma identificação ou algo que o ajudasse. Mas não tinha identificações.

Dentro da bolsa apenas se encontrava um papel amachucado branco, com uma morada nele. Calculou que fosse a sua morada e dirigiu-se até ela. Era perto dali, não iria demorar certamente.

Encontrou finalmente a casa. Era uma habitação em ruínas, parecia-lhe impossível que alguém fosse capaz de morar num sítio daqueles. No entanto, se a casa estivesse arranjada, seria uma mansão linda.

Aproximou-se da casa e colocou-se em frente á varanda de um dos quartos da casa, tentando perceber onde estaria a tal rapariga. Passados uns dez minutos, alguém, com uma camisola larga vestida, apareceu. Tom não demorou a reconhecê-la. Tinha encontrado quem procurava.

Estava calma, não parecia a rapariga lutadora que tinha visto á umas horas atrás. Era muito bonita, coisa que Tom não tinha conseguido perceber bem no escuro. Tinha cabelos castanhos escuros e um corpo de fazer inveja a muitas raparigas.

Ficou a admirá-la uns minutos até que ela reparou na sua presença e ficou apreensiva. Tom começou a caminhar calmamente para o escuro perto da casa, mas era inútil. Ela já sabia que ele se encontrava ali.

Quando voltou a olhar para a varanda, ela já não se encontrava lá. Suspirou de alívio e começou a andar para casa, até que sentiu algo apontado á sua nuca.

O seu corpo começou a tremer.

- Não me faças nada, eu não te quero fazer mal! – disse com voz amedrontada.

- Quem és tu? – disse puxado para trás a palheta da arma.

- Sou o Tom, o dono da casa que tu praticamente destruíste. Eu fiquei preocupado contigo e quis ver como estavas, desculpa.

Tom estava cheio de medo. Iria ela premir o gatilho? Seria o seu fim? E o que aconteceria a Bill?

A rapariga baixou a arma e largou o braço de Tom, que tinha agarrado, para evitar que ele fugisse. Tom sentiu-se aliviado e virou-se para trás, olhando-a.

- Avisei-te. Tens de esquecer o que viste ali! Isto não é um jogo. – a voz da rapariga era fria. Saía como se fossem facas cortantes.

- Não tenho medo. E fiquei mesmo preocupado contigo.

- Porquê? Não me conheces sequer! Não sabes nada sobre mim. Se quisesse, tinha-te morto aqui mesmo!

- Mas não o fizeste. Deixa-me ajudar-te.

- Sai. Vai para tua casa, viver a tua vida. Ou vais sair magoado.

Dito isto, entrou de novo em casa, trancando a porta. Tom ficou a observar a casa ainda. O seu coração palpitava ainda a mil á hora.

Esta rapariga era estranha. E, sem saber bem porquê, Tom sentia no seu íntimo a obrigação de a ajudar. De fazer algo por ela.

Ainda a viu entrar no quarto e deitar-se na sua cama, colocando a arma debaixo da sua almofada. Estava mais descansado ao ver que ela já estava mais calma e sem ferimentos graves demais.

- Boa noite. – Disse para o vento e caminhou de novo para casa.


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MensagemAssunto: Re: Every second counts ~ fourth chapter   Sab Ago 28, 2010 7:14 am

OMG!
O Bill preocupado com uma parede :b
Gostei *-*
E quero saber que ajuda ele lhe vai dar :b
Mais (L)
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